Administração de Bens Intangíveis

O que são Bens Intangíveis?

bens intangíveis

Recursos disponíveis no ambiente institucional, de difícil qualificação e mensuração, mas que contribuem para os seus processos produtivos e sociais. Diferem dos bens tangíveis, que são os ativos tradicionais, identificados nos velhos modelos contábeis.

Quando se identifica que a empresa precisa gerenciar seus bens intangíveis?

Quando...

  • ...a perda de um funcionário específico gera problemas;
  • ...a empresa tem dificuldades em identificar o que já sabe;
  • ...a equipe tem dificuldades para encontrar informações internas em tempo hábil;
  • ...o que é assimilado não é compartilhado entre os funcionários;
  • ...os concorrentes parecem ser mais rápidos nas decisões.

Como gerenciar?

Através da Gestão do Conhecimento, cuja base é a transformação do conhecimento tácito (existente na cabeça das pessoas) em conhecimento explícito (documentado, referenciado e disponível para todos).

Qualquer empresa é capaz de gerar uma grande quantidade de conhecimento. Porém, se não for capaz de gerenciá-lo de forma efetiva (eficiente e eficaz), pode vir a falir logo nos primeiros anos de vida.

Além de visar ao lucro, uma pequena empresa que deseja crescer deve se estruturar de forma organizada e metódica. A melhor forma de garantir sua evolução é reunir e gerenciar seu conhecimento desde seu início.

São cinco frentes de atuação:

1. Melhoria Contínua:
Inicia-se com a aplicação dos princípios da Gestão da Qualidade, a partir da definição da Visão, Missão e Política da Qualidade. Em seguida, criam-se Objetivos e Indicadores de Desempenho com base na Estratégia do Negócio. Padronizam-se as melhores práticas e procedimentos internos, aplicando-se Ações Corretivas e Preventivas, numa espiral crescente de desenvolvimento.

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2. Abordagem Sistêmica:
Identificar, compreender e gerenciar todas as relações dos diferentes processos internos. Para melhor visualização, criam-se macrofluxos ou mapas de processo, que traduzem a ordem lógica dos procedimentos internos da empresa. Também esclarecem a inter-relação entre os setores, apontando limites e responsabilidades, alcançando cada um dos principais procedimentos necessários ao andamento dos processos internos. Ou seja, o DNA do seu negócio.

3. Fatos e Dados:
O processo de tomada de decisão deixa de ser somente intuitivo, mas baseado em Históricos & Registros e Análise de Dados, gerando previsões e análises de desempenho e a eliminação do retrabalho. Engloba desde a compra de suprimentos e estocagem até a venda do produto ou serviço.

4. Foco no Cliente:
Ao lado da Antecipação das Necessidades de Mercado, existe a Satisfação do Cliente. O propósito desta análise é determinar os benefícios que os consumidores de um segmento de mercado-alvo desejam e como percebem o valor relativo das ofertas dos concorrentes.

5. Respeito aos Envolvidos:
Ninguém é melhor para indicar melhorias do que o próprio funcionário, que conhece a fundo seu trabalho. Além disso, parcerias com fornecedores e clientes também são estratégias inteligentes, que minimizam o custo global das operações.

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