|
O equilíbrio financeiro pessoal é um fator de vital importância para o bem-estar, para a qualidade de vida e para a realização material. Grande parte dos problemas profissionais, de saúde, de relacionamento, dentre outros enfrentados pelas pessoas, têm sua origem no desequilíbrio causado pela falta de conhecimento ou pelas atitudes inadequadas com a energia do Dinheiro. |
![]() |
![]() |
Esta palestra demonstrou como somos responsáveis pelo nosso sucesso ou nosso fracasso financeiro. Mostrou também que é totalmente possível e fundamental convivermos em paz com o Dinheiro, o que traz uma verdadeira revolução para nossas vidas. |
O Dinheiro é uma das maiores invenções do ser humano - proporciona o intercâmbio de mercadorias através de um valor representivo, evitando o escambo direto, o qual, muitas vezes, não pode ser realizado. Na verdade, é uma forma de trasladar e transferir nossa capacidade de realizar trabalho. Sua quantidade é proporcional à nossa capacidade de produção de energia de trabalho entregue ao Universo. Todavia, com o passar do tempo, seu nome adquiriu uma carga negativa que, em resumo, parece punir aqueles que se relacionam bem com ele.
|
Crenças negativas estreitam o fluxo do Dinheiro. O palestrante utilizou a metáfora de fabricação de um bolo para ilustrar o fluxo financeiro. Em linhas gerais, o formato do bolo obtido é proporcional à forma utilizada no processo de cozimento. Formas redondas, bolos redondos. Não é possível fabricar um bolo redondo em uma forma quadrada. | ![]() |
Ou seja, o conjunto de crenças - definições e conhecimentos adquiridos e incorporados ao longo da vida - moldam o fluxo energético da vida financeira. Aquele que tiver qualquer tipo de proconceito com Dinheiro, não consegue se aproximar dele.
![]() |
Algumas frases são exemplos de crenças negativas: "Ricos não vão para o Céu." "É impossível enriquecer honestamente!" |
Outro ponto de suma importância é a Educação Financeira. Não estamos acostumados a fazer contas antes de comprar algo que queremos e, muito menos, a dar uma voltinha pelo shopping antes de decidir pela efetivação da compra de algo que nos chamou a atenção na vitrine. Este tempo pode ser aproveitado para avaliar se realmente precisamos daquilo e se realmente podemos pagar pelo objeto de desejo sem prejudicar o resultado financeiro do final do mês.
Atenção para taxas de juro, prazos e formas de pagamento. A decisão mais coerente sempre é a compra à vista - se não temos o montante suficiente agora, é melhor economizar e comprar daqui a pouco. É preciso aprender a valorizar o dinheiro - isto significa valorizar o trabalho realizado para ganhá-lo. Ou seja, tudo é uma questão de Auto-Valor.
|
Para contato com Paulo Emílio Simon de Miranda, você pode consultar diretamente o site Miranda e Navarro. |












