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A maioria dos estudos sobre conforto em prédios preocupa-se apenas com os aspectos térmicos. Porém, o sistema sensorial humano está continuamente recebendo informação através de todos os sentidos. Assim, nossa reação ao ambiente ao redor é uma resultante das impressões visuais, sonoras, térmicas, espaciais e olfativas. Quanto maior o nível da impressão de um destes fatores, maior a concentração sobre ela. Porém, em um local confortável, a pessoa acaba mantendo a atenção sobre a sua tarefa. |
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Uma área ainda bastante negligenciada é a interação entre o corpo e os campos magnéticos ao seu redor. As evidências sobre os efeitos de fortes campos elétricos ainda são inconclusivas, bem como sobre a correlação entre o bem-estar e a ionização. Porém, o novo movimento da Arquitetura Biológica dá atenção ao fato de que o ambiente afeta o ser humano.
Em 1984, a Organização Mundial da Saúde concluiu que entre 10 a 30% de todos os prédios construídos ao redor do mundo estão doentes e que o número exato de pessoas afetadas por eles ainda era desconhecido. Winston Churchill tem uma frase para isto: “Nós formatamos nossos prédios; depois, eles nos formatam.”.
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Um prédio doente nos torna literalmente doentes também, enquanto que um prédio saudável nos faz sentir bem. Problemas com ventilação, iluminação, qualidade do ar, manutenção e fatores psicológicos podem gerar problemas de saúde. Para criar um ambiente confortável, é necessário entender as forças externas criadas pela Natureza e pelo Homem. O Estresse Geopático parece ter forte correlação com taxas de absenteísmo, por exemplo. Argumenta-se que afete o sistema imunológico: quando a energia geopática entra em ressonância com um órgão em particular, o efeito da energia adversa é maximizado. |
A susceptibilidade das pessoas ao Estresse Geopático é bastante variável. A Terra tem campos magnéticos naturais, mas, em alguns locais, podem sofrer distorções. Isto se dá por um distúrbio natural, onde a estrutura geológica varia ou na presença de veios de água. Também podem ser distorcidos pela ação do ser humano, tais como, escavações, fundações para prédios altos, sistemas de transporte subterrâneo e redes de esgoto. O estresse resulta da perturbação do campo eletromagnético, o que altera o ambiente natural para os organismos vivos.
Áreas com Estresse Geopático tem sido, há milhares de anos, encontradas através da Radiestesia, antiga arte chinesa. De acordo com ela, tudo em nosso planeta tem polaridade: feminino/masculino, lunar/solar, terra/céu, Yin/Yang, negativo/positivo. A influência sobre os seres vivos depende do tipo de radiação, intensidade e polaridade. O Estresse Geopático pode ser corrigido de várias formas, usando-se, por exemplo, cristais de quartzo, espelhos, folhas metálicas, etc..
No artigo, o autor propõe um belo roteiro para pesquisa científica sobre o assunto, porém não foi encontrado qualquer artigo posterior sobre a execução deste trabalho. Tomara um dia este e outros tópicos sejam comuns no cotidiano acadêmico...
- D.J. Croome, The Effect of Geophatic Stress on Building Occupants, Renewable Energy, 5(2), 1994, 993-996.








