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Os ritmos biológicos e a sensação de bem-estar físico e mental são dependentes de nosso sistema de ondas elétricas cerebrais, as quais interagem com campos eletromagnéticos extremamente fracos gerados pelas radiações telúricas e cósmicas. Em uma única geração, considerando os milhões de anos de evolução da humanidade, somos expostos a uma larga quantidade de uma poderosa radiação eletromagnética gerada artificialmente, que afeta de várias formas o equilíbrio sutil dos campos energéticos naturais, fonte das chamadas doenças da civilização. Em geral, pouca atenção é dada a este fato e pouco realmente se sabe sobre o impacto destes campos eletromagnéticos sobre a saúde e o bem-estar. |
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Nossos ancestrais tinham uma consciência muito precisa de que certos locais apresentam um campo energético positivo, benéfico à saúde e à vitalidade. Com o passar do tempo, estas áreas foram dedicadas a cerimônias espirituais sagradas, em especial para curanderia. A crosta terrestre é rica em quartzo, a forma cristalina mais comum, rica em propriedades magnéticas e piezoelétricas. Quando o quartzo é submetido a elevadas pressões, emite íons negativos que criam um campo eletromagnético. Assim, o cristal age como um transdutor de energia, convertendo os elétrons em outras formas, tais como ultrassom e luz. As placas cristalinas continentais, constantemente sob pressão devido à força gravitacional, criam níveis flutuantes de energia e piezo-descargas de alta tensão. Falhas ocorrem quando a pressão sobre as camadas da superfície da Terra expulsa descargas piezoelétricas de ar ionizado, criando raios luminosos ou luzes fantasmagóricas. Locais associados a atividades mágicas, psíquicas e paranormais em geral apresentam tais falhas.
Em contrapartida, outros locais geográficos trazem um efeito negativo para a saúde, sendo conhecidos como zonas de estresse geopático. Acredita-se que tais regiões possam interferir sobre a função cerebral normal que inibe a liberação de melatonina e de outras secreções endócrinas necessárias para o reestabelecimento do sistema imune. O estresse geopático pode afetar a vida de animais e de plantas, bem como de seres humanos, contribuindo para o aparecimento de síndromes.
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As ondas de energia de mesma fase emitidas a partir de dois objetos separados resultam em uma onda benéfica positiva. Quando fora de fase, a energia combinada é incoerente ou negativa. Nem todos os organismos vivos têm uma reação adversa a estes campos, porém os seres humanos precisam de uma energia coerente e positiva para manter sua saúde e vitalidade. Um sinal negativo pode desencadear um padrão de interferência, com consequente disfunção das ondas e das células cerebrais. As zonas de estresse geopático estão relacionadas à formação de fissuras em rochas, costuras minerais e veios subterrâneos. Estes fatores afetem a radiação térmica e as características dos campos magnéticos de um local em particular, determinando a existência de zonas de ressonância ou de padrões de interferência, com efeitos negativos sobre o equilíbrio sutil do corpo físico. A exposição prolongada ao estresse geopático pode ser danosa à saúde e, embora certas doenças não sejam necessariamente atribuíveis a uma determinada localidade, tais ondas podem desencadear o início de uma doença através do enfraquecimento do sistema imune, afetando a liberação de secreções endócrinas vitais. |
Ainda que haja uma aceitação crescente entre pesquisadores e cientistas eminentes que se dedicam ao estudo destes assuntos, as profissões já estabelecidas são lentas na absorção destas mudanças de paradigma. Contudo, gradualmente, a medicina alopática moderna está começando a reconhecer a extraordinária sabedoria e eficácia das tradições ancestrais, tais como a Acupuntura e outras terapias baseadas no entendimento e no tratamento da interação entre o corpo sutil eletromagnético de um indivíduo e o ambiente circunvizinho. Estas e outras terapias até então complementares logo se tornarão práticas médicas corriqueiras. Enquanto isto não acontece, podemos nos ajudar, aprendendo a detectar os perigos e diariamente nos prevenir em relação a eles.
- T. Saunders, Health Hazards and Electromagnetic Fields, Complementary Therapies in Nursing & Midwifery, 9, 2003, 191-197.








